As desigualdades estruturais
do comércio internacional aprofundam-se cada
vez mais, na medida em que, grandes traders
e corporações multinacionais controlam
o mercado de commodities, alijando do
processo pequenos produtores sujeitos aos esquemas
produtivos tradicionais.
As estatísticas das Nações
Unidas mostram que os países pobres perdem
cerca de US$ 500 milhões por causa da iniqüidade
do mercado internacional, a cada ano.
O movimento do comércio
justo e solidário busca desenvolver parcerias
entre produtores (de países do sul) e consumidores
(de países do norte), no sentido de promover
maior eqüidade no mercado internacional.
Segundo a
EFTA (European Fair Trade Association, 2001), “Comércio
justo é uma aproximação alternativa
ao comércio internacional. É uma associação
ao comércio que busca o desenvolvimento sustentável
para os produtores excluídos e desfavorecidos.
Busca prover melhores condições comerciais,
através de campanhas e sensibilização".